sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Nada bate o regresso

Invariavelmente depararmo-nos com um vôo atrasado da TAP. Meia hora que se junta às 3 de espera no aeroporto em Bruxelas. Tanta vontade de chegar.
Um livro fantástico que nos isola a viagem toda. E que só permite levantar a cabeça para admirar o espectáculo que é Lisboa vista do céu à noite.
Malas azuis e cinzentas (menos a minha, tinha de ser!!), pessoas azuis e cinzentas.
A esperança de que não esteja a chover para abrir as janelas do carro e cheirar o ar da nossa cidade.
Pressa de só chegar. Atirar os sapatos. Desarrumar a mala. Poder escutar o barulho que o silêncio faz. Avisar a nossa-mais-que-tudo que chegámos e que foi tudo bem e perguntar "e que tal por cá?". Ouvir o "tudo bem, beijinhos" que nos despacha a grande velocidade mas que nos tranquiliza de que há situações/pessoas que não nos decepcionam. Basta só não termos estranhas expectativas....
O pai que viaja sozinho com as 2 miúdas pequeninas e que recusa, admirado, a minha oferta de ajuda, soltando um "not needed, but thank you, fantastic!".
Casa, finalmente. Aguarda-me um grego. Não desses. De morango mesmo. 
E a certeza absoluta que ir é bom mas que nada é melhor que regressar.


quinta-feira, 27 de outubro de 2016

E se pudesses fazer agora algo?

E se pudéssemos não ter de pensar e ir fazer algo agora mesmo? Sem consequências. Sem pesos na consciência. Sem mas, ou talvez. Só fazer....
Na maioria das vezes (por enquanto, pelo menos....) como tudo o que me apetece. E tenho aquele defeito horrível, desprezível, que me faz ser tão detestada: não engordo! Ainda assim, muitas são as ocasiões em que ia-mesmo-bem-era-não-sei-o-quê-cheio-de-açúcar. Uma travessa inteirinha de arroz doce, ainda morno, a saber a limão, com canela. Um bolo coberto de caramelo, recheado de caramelo, com pepitas de caramelo no topo.
Ou em que o que ia mesmo a calhar era uma escapadinha para um sítio onde ninguém nos conheça. E possamos estar sós. Os 2. Sem isto-ou-aquilo. 
Ou dormir. Sem ter horário para levantar. Sem acordar a meio da noite. A menos que fosse por uma excelente causa..... Aquela que me faria agora mesmo esboçar um "que s'a lixe", ou um mais educado "so what?".
Sei bem por quem começaria muita coisa neste preciso instante.... Por ti. Aquele que faz "agora mesmo" ser todos os momentos. (Quase) não existirem consequências. Ainda que tenhamos de por uns travões de quando em vez. Ainda que não saiba bem por onde andas.
O que é feito com muitos planos é filme. A vida é de improviso. Não permite ensaios gerais. Estamos sempre em estreia absoluta. Porque viver só vale mesmo a pena quando mandamos tudo às urtigas. E vamos só ali ser felizes....e talvez não voltemos. 


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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

G'anda brasa!

G'anda brasa: expressão que pode querer significar que está calor, que algo correu de forma estranha ou que alguém é assim para o género do "chega-aqui-qu'eu-não-te-aleijo".
Faz precisamente 7 meses que conheci uma g'anda brasa. Que por acaso hoje faz anos. E pronto, isto tudo conjugado, mais o calor que faz lá fora, e lembrei-me do tema!

8 da noite, dia 26 de Outubro e estão 24 graus na cidade onde moras. Atesta a foto, tirada na estrada mesmo à frente da vossa barraca. E desse lado, estás tu, prestes a calçares as luvas devido ao, digamos, friozinho que por aí se sente, ahahahaha! Adoro essa cidade, sei que te vais divertir muito <3

Há dias que são mesmo uma brasa. Pelo que acontece e pelo que nos leva a querer que aconteça. Porque nos fazem sonhar, por serem uma surpresa ou uma confirmação do que já sabíamos mas que nos fazem tão felizes por isso mesmo. Pode ser do Sol finalmente ter vencido a chuva. É que eu sou feita de Sol e gosto muito de água a jorrar mas é a do banho...e a da praia! Pode ser da conjugação dos astros ou do outro que anda a dar grande baile à polícia. Ou porque sim. Mas por isto ou aquilo, hoje foi mesmo uma g'anda brasa.
Como tu. Lembro-me tão bem do que pensei quando te vi pela 1ª vez (que já sabia desde que "alguém" me mostrou a tua foto). E sei muito bem o que penso hoje: que gosto de ti. 
Que fazes feliz a pessoa que só tu superas em amor àquele que por ele sinto. E isso para mim já bastaria para saber que és especial. Mas tinhas de chegar de mansinho e tornar-te na minha little sis..... 
E és uma g'anda brasa, tal como o dia de hoje. Cheio de pensamentos bons, profundo, feliz, intenso. É o que espero que seja a tua vida. LoveU babe!

(Enganei-vos bem, hem?? Todos aí a pensar que este era um post sobre mim!!!)


quinta-feira, 6 de outubro de 2016

E uma pausa, não??

Não dá para descansar. É assim uma espécie de praga que anda no ar.
Por todo o lado. No trânsito. Na empresa (pessoal, vocês são os maiores!!! Tantas caixas em dias tão improváveis e vocês continuam a fazer o impensável. Bravo, malta!).
Na estupidez alheia. 
Não sei bem se são os dias que são esquizofrénicos ou se é só o mês de Outubro....e o de Setembro....e Dezembro, vá!
5 horas de sono. E está mesmo mais que muito bom! 
Uma fatia de pão com Nutella, que era suposto ser o break de meio da manhã e se torna no almoço. E olha que upa-upa! Teres colocado esse "pecado-deixa-lá-isso-que-tu-podes" na mala foi a melhor ideia em meses!
Onze e meia da noite e os emails estão (finalmente) despachados.
A diz-que-é-uma-espécie-de-aborrescente lá se convenceu que é mesmo melhor acatar o "8 horas de sono porque quem manda sou eu". 
O Summit mesmo à porta. O stand ainda por terminar. Materiais para validar. A apresentação do chefe. E a minha. E orientar as meninas da startup para a delas. 
O resto que não pára. O Cinema Francês. A nossa RádioRed, enorme orgulho, que ganhou hoje um prémio internacional na segunda cidade mais linda do Mundo depois de Lisboa (Barça.......) e eu não estava lá para o receber....miúdos, tragam lá o caneco com todo o cuidado! Antes da sala dos troféus, tem de estagiar no meu estaminé....  E as acções de Natal. E tudo o que mais uns e outros se lembram.
T-i-l-t. Não tarda oiço a campainha!! End of the line, my dear. Respira. Almoça e janta como deve ser. E dorme. 7 horas que seja. E o resto fica para quando der. Estilo viver. E estar com quem se gosta, onde se gosta. Ou só comigo.
Um destes dias, digo eu. Descanso quando der. Por enquanto, a campainha não tocou. E só me apercebo da linda cara com que devo andar quando recebo um email com um só subject e sem texto: Estás bem?? Ou quando alguém se pespega à porta da barraca e pergunta se preciso de falar. E responde ela mesma um "falamos amanhã, se calhar, não??".
Em passando isto, vou por um letreiro na porta: volto em breve, volte também. Hoje não. Amanhã idem. Para a semana não dá. Na outra, quem sabe...... Esperando que a campainha não toque mesmo. E saia disparates pela boca a fora. Estilo Carla no seu melhor.....
Ai mãezinha, para que foi que me mandaste estudar??? A senhora que tratava do jardim na Fundação Champalimaud hoje mesmo parecia tão despreocupada......... 
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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

A minha vida dava um filme

Imagino que algumas pessoas pensem que eu invento estas coisas todas que me acontecem. Juro que não! Aliás, na maioria das vezes nem escrevo sobre o tema para não parecer (ainda mais...) estranho.
Têm sido dias deveras complicados de gerir em termos de tempo com todas as coisas que estamos a preparar. Incluindo o que dispenso com as que já (parece que...) terminaram mas que ainda têm assunto. E têm sido dias de trânsito alucinante. Eu já o escrevi mas repito: a 2ª circular e a IC19 davam um brilhante estudo sociológico. Sobre gente que não respeita ninguém. Sobre cuscos que só atrapalham a vida dos outros ao mínimo toque entre 2 carros. Ou que não deixam passar motos ou ambulâncias. Ou pessoal que faz a sua higiene matinal atrás do volante. Enfim...

O corre-corre começou às 7h30 (quer dizer, foi 1 hora antes, mas oficialmente só conto quando saio o portão da garagem....), com a miúda a entrar no colégio às 8h10 (que é o limite dos limites!). Passagem no escritório só para descarregar emails e segue para o Alfa pendular. Não sem antes pedir ajuda para um cliente a uma amiga (esta parte só é importante para o final, fiquem por aí....). Carro estacionado, comboio à hora, chegada à Campanhã.  Apanhar o táxi. Surreal! Uma senhora (turista) entra para o carro e o motorista desata a chamar-lhe nomes. Mas daqueles mesmo de fazer corar as pedras da calçada...tudo porque ela não pôs a mala na bagageira e "achas bem estares a sujar os estofos, minha piiiiiii???". Claro que ela saiu e entrou no carro a seguir e ele avançou para apanhar algum incauto mais adiante que não se tenha apercebido do que aconteceu. Entro para a 2ª viatura a seguir e, a medo, pergunto ao motorista se posso levar a mala do PC comigo ou se "tem de ir para a bagageira". Claro que o homem desata a rir-se e a pedir-me muita desculpa pelo ocorrido porque aparentemente o tipo tem ataques frequentes daquele género. "E isto só vem denegrir a nossa imagem, menina". Muito simpático, como o era o que apanhei na volta e que até conhecia bem a empresa onde trabalho porque já se tinha ido oferecer em tempos lá para trabalhar quando o local onde esteve por 15 anos faliu por dívidas de clientes que não pagaram. Devo ser eu que atraio as pessoas para me contarem a história da vida delas...
Pronto, chego à Exponor. Vou confirmar o registo e quem é que está à minha frente?? O orador do painel antes do meu....o caríssimo concorrente por quem tenho uma paixão daquelas...NOT!!!!! Conversa para cá e para lá, ele a tirar nabos da púcara e eu a contar precisamente o que sabia que ele queria ouvir (deves achar que uma empresa com a dimensão europeia que a nossa tem não pensou e desenvolveu já as coisas que só agora vocês estão a pensar fazer.....). Ele faz a apresentação e deixa todos os motes para a minha....que nem ginjas! Saber indicar a hora precisa de entrega é fundamental e vamos desenvolver isso. Ahahahahahah! Já damos para esse peditório há 4 anos...chama-se Predict!!! Mais uns dedos de conversa com alguns parceiros "amigos" que lá estavam a assistir ou a preparar as suas próprias apresentações e "ala-que-se-faz-tarde-e-tens-um-comboio-para-apanhar".
A história a seguir já sabem, a do tal taxista. Chego a Lisboa e está uma senhora, o filho de 4 ou 5 anos e a avó deste com uma quantidade insana de malas (partilhou comigo esta última, em jeito de justificação, que "vamos para o Brasil". Eu não digo?? Devo ter aspecto de sofá-de-terapeuta). Nenhuma alminha se disponibiliza para ajudar a levar as ditas pela escada rolante. Tinha de ser eu a perguntar, pois claro.... Tenho guardada no Céu uma nuvem estilo T5...  Entrego a mala à senhora e oiço uma voz atrás de mim a dizer "bem me parecias que eras tu!". Quem era?? A amiga a quem pedi a tal ajuda de manhã!! Credo, qual a probabilidade???? Combinámos marcar um almoço para matar saudades, que há-de acontecer muito em breve.
Assim os dias se acalmem e o trânsito sossegue...sim que vem uma pessoa desesperada por uma casa de banho e um jantar como-deve-ser e a rezar para chegar rápido a casa, para que não haja nenhum acidente, e o que acontece?? Um acidente! Pumbas, esta minha vida dava um filme!!!! 

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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

All good stuff

Mais do que dias, há semanas que nos tiram do sério.
Tudo acontece para nos por à prova. Também é verdade que isto ajuda a que saibamos o que fazer "da próxima vez". E, no final, fica tudo bem. Ainda que estejamos tão, mas tão cansados que mal dê para aproveitar as vitórias.... Só que existe aquela coisa que se chama de fé. Ou de sorte. Ou de trabalho. Porque o único local onde sucesso vem antes de trabalho é mesmo no dicionário.... Ir buscar só-mais-um-bocadinho-de-energia depois de se andar há 3 dias com dores de estômago, se dormir mal e comer pior não faz de nós super-heróis, mas quase. The show must go on...
Estou inclinada a acreditar que quando a coisa começa a ficar mesmo, realmente, pesada, aparece não-sei-d'onde-não-sei-porquê uma luz ao fim do túnel. Pequenas coisas que não podem ser coincidência.
Estilo aparecer o CEO de um grupo de media e resolver-te um problema só porque, na lata, falaste com ele e o convidaste, na sua própria casa, a ir espreitar o auditório (dele) enquanto ambos esperavam que chegasse a mesma pessoa, que by the way só iria ali estar àquela hora e dia porque tinha o nosso evento e aproveitou para marcar para um bocadinho antes a conversa que ele andava a tentar ter com este último há uma data de tempo... Confuso? Deixem lá isso...
Estilo dares de cara com uma pessoa que querias mesmo encontrar naquele dia. Ou estares já desanimada com esta-coisada-toda e teres uma conversa de 1 hora e tal com alguém e, suddenly, voltares a encontrar a tal "estrelinha", a energia extra que precisavas. Aquela pessoa que em ti funciona como o Red Bull: dá-te asas..... 
Estilo estares tão de rastos que só te apetece chegar a casa e atirares-te para cima da cama. Calçado e vestido. Esboçar aquele "ahhhhhh"...e quando voltas a abrir os olhos são 2 da manhã e estás a babar a colcha, com a cara cheia de marcas do relevo da dita. 
Estilo aquele banho de que estás mesmo a precisar. Ou enfiar os pés em água quase a ferver (e esboçar outra vez o tal "ahhhhh") quando nem te lembras como é que conseguiste chegar a casa com as dores que trazes nos pobres (rai's parta os saltos altos quando andas acima-abaixo num evento...).
Estilo descobrires que quando tens aquela vozinha lá dentro da cabeça (ora bolas, tu queres ver...) que te diz "wait just a little bit more" (sim, a minha esquizofrenia é em inglês...go figure!), está mesmo algo para acontecer e que esperar (ao invés de desatar a pensar nos piores cenários...) pode mesmo trazer um novo ciclo, muito melhor do que tudo o que já vimos.
Estilo quando algo fantástico acontece sem planeares. Porque é tão bom teres surpresas. Nem que seja um "I'm thinking about you" ou um "não gosto da cor deste meu Panamera, queres ficar com ele?". Pronto, imagino que já não receba nenhuma mensagem de cariz amoroso hoje....ficamo-nos então pela pergunta que se impõe: diz lá de que cor é que o carro é mesmo??


sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Ciúmes e posse....

Não sou muito ciumenta. Possessiva talvez. Nunca fui de partilhar nada com outra pessoa. Agora que a miúda já está mesmo quase do meu tamanho vai ser difícil manter esta ideia, mas enfim....
Nem brinquedos. Nem canetas. Nem nada desta vida! E tive de aprender que acontece estares a partilhar algo, sem saberes...adiante!! 
Sentir ciúmes pode significar que se quer tanto algo que se tem medo que outrém nos fique com o que "é nosso". Estilo "é só um bocadinho" e depois o livro já era... Ou a pessoa. A posse é uma cena tramada...será que alguma pessoa é mesmo nossa?? Filhos sim. Mas e o resto do pessoal da Terra??
Não interessa de quem é a frase mas é genial: dá a quem amas asas para voar e motivos para voltar. Se não regressar, foi mesmo "teu" alguma vez?? Nada o é, repito. Pensando bem, nem os filhos....são-nos emprestados para cuidarmos deles! 
Esta coisa do deixar ir, dar liberdade é uma espécie de presente envenenado. Queremos ter. Que nos dêem. E damos. Porque só assim existe confiança. Mas chega uma altura na vida em que essa escasseia, porque a tareia que esta nos deu (dá??) deixa-nos receosos de que não saibamos voltar a confiar. Até de quem não nos dá razão para tal. O diabinho no ombro direito passa o tempo todo a alertar "tens a certeza que não é tudo uma treta e que não te vais estampar de novo?".
E começamos a fraquejar. Com sinais de cansaço, desistimos. Não insistimos mais. Já chega. Fartei-me. Ou é tudo ou não é de todo. 
Do outro lado fica a sensação de incredulidade ou talvez o "já estava à espera e até é merecido". Porque paciência tem limite. A pessoa incrível que ali estava e que tudo aguentava sem se irritar cansou-se. Não quer mais "brincar". E o ciúme muda de lugar. Agora é esta pessoa que pensa no que terá perdido por ter tanta liberdade para tudo. Tanta compreensão. E simultaneamente tanta falta de percepção do que tinha. 
Só se aprende da forma mais dura. Quando já não "possuímos" aquela pessoa que "estava sempre lá e nunca exigia nada, não se chateava". Essa pessoa talvez tenha percebido que só se deve possuir mesmo é amor-próprio. E que mais-tarde é nunca. Que quem nos considera em último lugar não merece estar em primeiro. Reciprocidade. Tempo exige tempo. Atenção merece atenção. 
Um dia deixamos de estar ali. À mão de semear. E dá uma certa ciumeira. O que estará a fazer, a pensar, com quem, estará a portar-se bem. Vou mandar mensagem. Já viu. Não responde. Uma pessoa para aqui inquieta....e nada! Now what?? 
Dá sempre tempo para tudo. A analogia das pedras, areia e água (não sabem a história pesquisem...que eu agora não tenho....tempo!!). Primeiro o que é mesmo importante, as pedras principais da nossa vida. Depois o que temos de fazer, que se encaixa naquelas. A água é o já-agora, o café com os amigos. Que acaba por se misturar com o resto. Quem não percebe que é bom receber uma mensagem "porque me apeteceu", que diz que se está a pensar no outro, não tarda perde. E não adianta sentir ciúmes. 
A menos que seja propositado não dizer/fazer nada! E aí resta que do outro lado percebam. E desamparem a loja. Porque a vida é com tudo ou não é nada. Ainda que os ciúmes (os bons...) apareçam. Porque podem querer somente dizer que gostávamos de ter aquela pessoa sempre connosco. Qu'enjoo senhores!!! Insensível, já estão a pensar. Nada disso: só prática. Mas posso morder a língua um destes dias :)